Neve passageira

passageiro

adj.

1. Diz-se do sítio ou local por onde passa ou transita muita gente.
2. Transitório.
3. Leve.
4. Que é pouco importante.
Olá. Sei que este blog não é actualizado algum tempo mas tenho me deparado com um facto curioso. No desktop deste computador tenho várias mini-aplicações que informam-me sobre o estado do tempo em várias cidades. Peniche, Lisboa, Faro, Cracóvia. Metrópoles importantes digamos.
Desde segunda-feira que sobre Cracóvia temos uma “neve passageira”. Ora como podem ver no inicio do presente post dei-me ao trabalho de fazer um copy-paste da definição de passageira num dicionário.
E porque isto tudo?
Porque segundo estas mini-aplicações em Cracóvia estão -7 graus célsius com direito a neve passageira de borla. Ora o problema é que já neva desde segunda-feira. E durante o dia o termómetro está sempre a marcar valores abaixo do zero. Negativos portanto.
E a minha revolta qual é? É que o gelo (vulgo neve) só derrete com temperaturas positivas (isto é fisica…ou quimica) que não se têm registado ultimamente. De facto nem me recorda a ultima vez que vi o sol… Logo COMO É QUE A NEVE É PASSAGEIRA SE ELA NÃO DESAPARECE NEM DA SINAIS DISSO?
Pronto. Era só isso.
Obrigado.

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Warzawa – Warsaw – War Saw – Varsóvia

No passado dia 20 de Novembro fomos até Varsóvia. Aproveitamos o jantar de boas vindas aos estudantes erasmus organizado pela Câmara de Comercio Polónia – Portugal, para conhecer a capital da Pololândia.

Assim partimos na sexta de manhã de comboio numa viagem que só durou 3 horas (295 km – not bad) com um magnifico custo de 35zls ( não chega a 8€) e chegamos ao destino pouco depois do meio-dia [local – 11 horas na capital (sendo a capital Lisboa)].

Aproveitamos a localização e fizemos um sight seeing no Palácio da Cultura e da Ciência.

Palac Kultury I Nauki

Este bicho foi uma “oferta de amizade” da vizinha União Soviética, demorou 3 anos a ser erguido (1952 – 1955) e mede uns belos 231 metros o que o torna o maior edifício em toda a Polónia. Subimos de elevador até ao 30º piso (115m) onde segundo os Poles temos a melhor vista de Varsóvia (simplesmente porque não é possível ver o próprio palácio).

Sight seeing

 Depois foi a vez de visitar o Warsaw Rising Museum. Um museu que retrata a revolta dos polacos em Agosto e Setembro de 1944. Basicamente e muito resumidamente, em 1944 as tropas nazis estavam a retirar-se da Polónia, a perder cada vez mais terreno para o exercito vermelho. Assim, a 1 de Agosto ordens foram dadas para que a Resistência Polaca preparasse a cidade os russos que já estavam do outro lado do Vístula (imaginem o Tejo: polacos a lutar nazis em Lisboa – russos em Almada). Os polacos de inicio ainda conseguiram controlar grandes áreas da sua capital utilizando os esgotos como meios de comunicação. No entanto, os Aliados ainda estavam ocupados a estabelecerem bases depois da invasão da Normandia e os russos, bem, esses tiveram ordens do Zé dos Bigodes (aka : Estaline) para não ajudarem a revolta polaca já que esta podia vir a prejudicar a conquista da Polónia por parte dos Russos. O massacre durou durante 63 dias e no final 200.000 polacos tinham morrido. Com isto a vingança nazi foi brutal. O Adolfo ordenou que todos os locais fossem mortos e a cidade destruída e apenas 15% da cidade ficou de pé. Os russos conquistaram Varsóvia a 17 de Janeiro de 1945. Mais tarde e já durante a ocupação soviética os 16 lideres da revolta de Agosto foram presos, julgados e deportados para campos de trabalhos forçados na Rússia. Nota final – o símbolo do Armia Krajowa (Exército Polaco) é o símbolo católico para Fé. Um P e um W. Outro significado durante a revolta foi de PW = Polska Walczy (Luta Polónia)

Muzeum Powstania Warzawskiego

Adiante.

Paramos na BrowArmia para uma cervejinha feita no próprio restaurante e as 20.30 estávamos a porta do restaurante Portucale onde fomos bem recebidos pela comitiva da CCPP. Tivemos direito ao embaixador e vários directores de empresas portuguesas. (Martifer, Jerónimo Martins, Millenium, Bes, Mota&Engil). Os verdadeiros Gurus.

E o jantar foi bom. Comemos bem, bebemos bem, convivemos, matamos saudades do belo bacalhau e ainda tivemos direito a umas miniaturas de pastéis de natal. Um mimo.

No dia seguinte visitamos a parte velha de Varsóvia.

Streets of Warsaw

Streets of Warsaw 2

Old Town square

Citadel

BrowArmia

And that’s all folkes. Último aspecto a referir: demoramos mais de 5 horas a fazer a viagem de regresso. As vezes “this country is a huge failure…”

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Jantarada

Bem senhoras e senhores, meninos e meninas, leitores e profissionais do ócio nós vamos ali a Warzawa – Varsóvia; Warsaw (uma cidade que viu a guerra (trocadilho reles com War (guerra) e Saw (viu)) – jantar com o embaixador português o Sr. José Sequeira e Serpa.

Vocês não sei. Eu (Pedro) aposto num bacalhau, o Zé aposta no cozido à portuguesa. Depois devemos de ir até Vilnius.

Entretanto e como vamos estar algum tempo fora fiquem a contemplar o nosso jantar de hoje.

Inveja é um sentimento tão feio…

Esparguete com bifinhos com molho de cogumelos e com castanhas fritas

 

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Assim não é tão complicado

Ora vejamos:

Lisboa – 17º

Marrocos de Cima – 23º

Cracóvia – 13º

Cabo Carvoeiro – 14º

Londres – 13º

Isto já esta a melhorar.  Agora nossos caríssimos vamos até ali ao Vístula estender umas toalhas e fazer a fotossíntese que não é todos os dias que temos dois dígitos nesta terra abençoada pelo Karol.

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Algumas fotos – 2nd Chapter

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Bazylika Wniebowziecia Najswietszej Marii Panny

 

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Feeling cozy at Coffee Heaven (6.5 zls por um expresso simples)

 

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Happy Trails (Kasinka Mala)

 

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Happy Trails

 

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Patio interior

 

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Rynek Glówny

 

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Sheila, Rita, Joana, Zé

 

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As duas torres

 

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Thomas (NL), Miguel, Pedro

 

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A kind of magic

 

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Planty

 

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Andreia

 

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Wawel

 

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Kazimierz

 

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Bloco comunista

 

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Cemitério judeu

 

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Planty

 

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Vista de um dos quartos

 

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Esforço, Devoção, Dedicação e Glória - Eis o Sporting (em Cracóvia)

 

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F.P.T.A. num Maluch (Fiat 126p)

 

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Viagem à Tyskie Browarium

 

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Katowice

 

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Yannis Andreadakis (Gr)

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Assim é complicado – 2nd chapter

Enquanto escrevia o post anterior reparei na temperatura da cidade de Cracóvia. -1º . Em Lisboa, uns mui agradáveis 21º….

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Zé Carlos

É ou não é Zé Carlos? – Epá cala-te!

E perguntam vocês caros familiares, vizinhos, internautas perdidos entre outros quem é o Zé Carlos.

E quem é o mítico Zé Carlos? Ao contrario de nós o Zé Carlos é um verdadeiro emigrante. Trocou a sua aldeia em Monção (ou seja tem aquele sotaque do norte estão a ber? não? oh cum carago pa!) pelos climas agrestes da Polónia e agora vive bem nesta bela terra que dá pelo nome de Cracóvia.

Conhecemo-lo pelas ruas desta cidade e foi amizade há primeira vista. Afinal não é todos os dias que se conhece um emigra português.

E porque o dito Zé Carlos merece um post só para ele? Porque a bonita equipa do Long Way East juntamente com outras colegas foi convidada para jantar em casa deste caro amigo. E fomos bem tratados. E comemos bem. E bebemos bem. E vimos as notícias no jornal da SIC e ainda podemos apreciar o Sporting de Braga a empatar com o Rio Ave. No fundo, soube muito bem.

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Aproveitamos o presente post para agradecer a todos os portugueses em geral , ao Zé Carlos em particular. Um bem hajam.

PS: A companhia do jantar foi constituída por: (da esquerda para a direita) Zé Carlos, Sheila, Pedro, Ana Rita, Joana, Bruno, Zé.

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